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Homenagem

Copyright © 1998 Cid Miranda

Dedico essa página a você, minha amada esposa, companheira de todas as horas, com a qual tenho compartilhado tantos momentos felizes e tantas situações em que precisamos tomar sérias decisões. Essa página pertence a você, "esposa de minha mocidade" (Prov. 5:18 Tradução do Novo Mundo), a quem dedico meu amor, paixão e atenções desde 1978.

E o que posso dizer a você no início dessa homenagem simples?


"Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço; porque o amor é tão forte como a morte, a insistência em devoção exclusiva é tão inexorável como o Seol. Suas labaredas são as labaredas de fogo, a chama de Jah. Mesmo muitas águas não são capazes de extinguir o amor, nem podem os próprios rios levá-lo de enxurrada". (O Cântico de Salomão 8:6,7)




Essa é uma poesia feita em Julho/1979, que revela o ardor de meu amor a uma "encantadora cabra montesa". (Prov. 5:19 TNM)

Jovem de 18 anos de idade, ansiando atrair as atenções de uma linda menina que na época, embora soubesse de infinito amor por ela, não correspondia a ele. Após perseverar na luta pelas atenções daquela menina que viria a ser a "esposa de minha mocidade", passei um período de um ano e meio (Julho de 1978 a dezembro de 1979) para finalmente conseguir conquistar seu coração.


Por ter conseguido isso, sinto-me grato a Deus que então me deu esse estimado e valioso tesouro, o meu Norte, minha esposa, a quem tenho amado, admirado e respeitado por todos esses anos... e para sempre.

Foi você, querida esposa, quem me fez acreditar em "PARA SEMPRE"!



BRISA, MELODIA D' AMOR


Brisa fria na noite calma


Sussurra um forte hino d'alma


No silêncio, na escuridão


Como uma distante melodia


Como um canto que preludia


As maravilhas que chegarão


******


E quando um novo amanhecer


De ruínas do mundo nascer


Não haverá sombras no ar


Nem trevas da noite fria


Que tanta tristeza balbucia


Em sua balada crepuscular


******


Ah, princesa, ai, quem me dera...!


Se numa eterna primavera


Puder abrigar-te nos braços,


Minha menina, Que alegria!


Sonhar-te musa de poesia


Nos meus beijos e abraços!


******



E numa vida eterna florida,


Quero-te sem manchas da vida


Na estrada onde eu andar,


Quero beijar tua face sem prantos,


Desejo ouvir-te em cantos,


Para poder te acompanhar.


******



Minh' alma... Que inf'licidade!


Às portas desta eternidade,


Pranteia pelo teu amor,


Nesta brisa de noite fria


Que entoa distante melodia


Que há pouco minha musa entoou


******



Mas nos céus há de existir


Um lindo sol para persistir


Brilhando em teu meigo olhar,


Como raios de esperança


Compasso de uma eterna dança


Que contigo quero dançar!


 


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Uma Foto de Maio de 2000:

MINHAS DUAS PRINCESAS QUERIDAS, MINHA ESPOSA E FILHA










Esquerda para Direita - Foto de Abril de 1998 (ainda na organização):


Minha Filha, Priscila, com 13 Anos de Idade, Eu com 37, Minha Esposa, Silene aos 37 e Meu Filho, Joel com 11 Anos.




Esquerda para Direita - Foto de Maio de 2000:



Meu Filho Joel aos 13 Anos, Minha Esposa com 39, Minha Filha, Priscila em Seus 15 Anos e Eu com 39 Anos de Idade (fora da organização).






É muito bom sentir que, mesmo após ter saído da organização (auto-eleita "o canal de Deus"), meus filhos, minha amada esposa e eu não tenhamos perdido a esperança BÍBLICA de ver a vontade de Deus sobre todo o planeta Terra, e saber que isso certamente ocorrerá, não por meio de um genocídio global, mas de uma forma amorosa, aquela que Ele determinar, na qual, como sempre, tem usado Sua misericórdia e Seu amor por todos nós, tão pequeninos...










 
Domingo, 5 de Setembro de 2010 Última Atualização: 15 de Fevereiro de 2010 Visitante Nº: 141798